A última emissão de Obrigações do Tesouro foi colocada. O Estado conseguiu o montante que desejava e a taxa de juro foi alta mas acabou por ficar abaixo das piores previsões.
Temos de parar de pensar nas culpas que Angela Merkel tem nesta subida dos juros. Temos de conseguir que Angela Merkel não consiga influenciar, com as suas palavras, as nossas taxas de juro. E isso está nas nossas mãos, nas mãos das lideranças políticas do país e em cada um de nós.
Vale a pena ler o que disse o ministro das Finanças.
Tudo se resume a garantir que a proposta do Orçamento do estado entra em vigor.
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quarta-feira, 10 de novembro de 2010
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
A razão do Orçamento 2011
Fonte: Banco de Portugal
A dívida externa bruta aumentou 54,5% entre Junho de 2004 e Junho de 2010. Claro que há dívida que financiou activos mas que não geraram ou estão a gerar o rendimento necessário para amortizar esta dívida.
São estes números em ligação com a nossa falta de crescimento que assustam quem nos está a financiar.
São estes números que são a razão da violência do Orçamento de 2011.
Os agentes não são racionais para olharem para esta dinâmica de endividamento e começarem a contrariar os seus consumos ajustando-os ao rendimento presente e não a um crescimento futuro que não chegou nem parece que vai chegar.
O Orçamento de 2011 é a mão visível que nos empurra para a racionalidade de regressar ao nível de vida que o rendimento que geramos torna financeiramente viável o país.
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