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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Ainda a Jerónimo Martins (2)

Vale a pena ler Pedro Lains:
Obrigado sr. Soares dos Santos de que destaco:
"(...)O que Soares dos Santos vai fazer é pagar os impostos onde eles são mais baixos. O IRS aqui, no Marrocos de cima, e o IRC lá, na terra da justiça fiscal. É legal? É. É moralmente correcto? Mais ou menos. Devia este homem com intervenção pública fazê-lo? Não. Há alguma coisa a fazer? Há.(...)"

Ainda a Jerónimo Martins

A operação realizada pela família Soares dos Santos revela uma complexidade que inviabiliza conclusões rápidas e antecipadas.

Vale a pena ler o que escreve hoje o Negócios assim como editorial de Pedro Santos Guerreiro e a análise de Elisabete Miranda no Massa Monetária.

Não se pode ir muito para além de admitir que com a transferência, para a Holanda, da holding familiar que detém a Jerónimo Martins, a receita fiscal do Estado português poderá diminuir aumentando a da Holanda (e o poderá, é mesmo poderá). Mais do que isso depende dos projectos de expansão da JM.

Como já tinha escrito aqui esta é a lógica do regime em que vivemos e da natureza humana que na economia como em tudo reage a incentivos. Um facto que se conhece desde, pelo menos, Adam Smith.

domingo, 25 de abril de 2010

Grandes lições neste 25 de Abril

O discurso do Presidente da República  com os alertas e avisos sobre os salários dos gestores e as propostas de prioridades para a política económica, o mar e as indústrias criativas.

A intervenção do Presidente da Assembleia da República com especial relevo para as criticas às agendas dos partidos: "temos a sensação de ver um debate político muitas vezes centrado no acessório - é a fuga da realidade -, em detrimento de responsabilidades que, em democracia, são de todos e por isso devem ser partilhadas (...)".

José Pedro Aguiar-Branco e a reconciliação com a história nos símbolos do cravo e da pátria.

Depois de uma semana terrível para Portugal nos mercados financeiros é um consolo - mínimo que seja - ver algumas lideranças a mostrarem que entendem o que se está a passar. E que têm ideias de soluções.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Andaremos todos loucos?

UK inflation jumps 1,5% from five-year low

quando vemos nos dados históricos que o Reino Unido continua sob ameaça de deflação.

O preconceito que os mercados financeiros andam a gerar na análise económica

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Mercado? Que mercado!

O que surpreende não é o grupo Chamartín não querer a adjudicação da obra que ganhou - obviamente que os centros comerciais entraram em trajectória descedente e apenas se espera que alguns não tenham até de ser implodidos.
O que surpreende é uma autarquia envolver-se num plano destes - uma mega centro comercial?

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Maus sinais

retirado de www.negocios.pt
As bolsas caíram hoje fortemente.
Mais um sinal de que o pior ainda não passou.
Como o demonstram outros casos passados e apresentados no início do ano no encontro anual da Associação de Economistas Americanos.*
Vale a pena ler "The Aftermath of Financial Crises" de Carmen M. Reinhart e Kenneth S. Rogoff e perceber o que nos pode esperar.
* A agenda do debate deste encontro anual revela bem como é que os economistas andam por vezes nas nuvens. A crise financeira teve aquele trabalho e um debate, e pouco mais. Há trabalhos sobre o que os economistas norte- americanos disseram do euro - "Reflections on American Views of the Euro Ex Ante: What We Have Learnt 10 years Ex Post" sábado dia 3 de Janeiro - e em matéria de actualidade ficamos por aqui.
Vale a pena ler "Why so little self-recrimination among economists?" - sobre a ausência de autocrítica entre os economistas ou uma reflexão que seja sobre as razões que justificam que tivessem errado tão calamitosamente em relação ao que se estava a passar no sistema financeiro e imobiliário nos Estados Unidos.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Munições certas para a crise

Que medidas adoptar para combater a crise?
Respostas racionais:

Não se recomendam ajudas às empresas, descidas generalizadas de impostos, aumentos nos gastos públicos que perdurem, designadamente contratação de mais funcionários públicos.

Vale ainda menos a pena debater se o Estado deve ou não intervir. Como defendo hoje no Negócios, o mundo em que estamos a viver neste momento é mais próximo do universo do "Dilema do Prisioneiro" que de "Adam Smith". Num mundo desses o Estado tem condições decidir o que é melhor para a colectividade. Quando a estabilidade regressar, as nossas decisões individuais serão melhores que as do Estado.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008