O indicador coincidente do Banco de Portugal - quebra da actividade económica de 11% nos três meses terminados em Agosto (yoy)
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| Fonte: Banco de Portugal |



Só o que nos faltava era uma epidemia global depois das crises financeira, bancária, económica, social e política.
As bolsas norte-americanas abriram em acentuada queda.
O México prepara-se para uma acentuada quebra da actividade económica.

Hoje o Negócios tem hoje uma entrevista com Teresa Ter-Minassian - a 'mulher sem rosto' do início dos anos 80 quando Portugal negociou o segundo plano de ajuda do FMI. E uma das suas preocupações é obviamente o elevadíssimo défice externo português aliado ao baixo crescimento.
A evolução dos custos unitários do trabalho e o défice externo permitem perceber melhor as razões que levam Silva Lopes a afirmar que terá de existir cortes nos salários e a criticar o aumento salarial da função pública deste ano.
A alternativa a este ajustamento - aceitar cortes nos salários nominais mais elevados - poderá ser um nível de desemprego nunca visto em Portugal.
"(...)this is going to be ugly.", diz Paul Krugman falando de Espanha.
Como apesar do fraquissimo crescimento económico o défice externo português se expandiu - a restrição financeira desapareceu com o euro, ficou a restrição económica que se paga com desemprego se as políticas públicas não adoptam - como não adoptaram - restrições à expansão do crédito/ endividamento.