Can Marx save capitalism? , é muito interessante. Com Robin Blackburn da 'New Left Review' e Jason Barker realizador do documentário 'Marx Reloaded':
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
Capitalismo, crise no euro e Marx
Can Marx save capitalism? , é muito interessante. Com Robin Blackburn da 'New Left Review' e Jason Barker realizador do documentário 'Marx Reloaded':
terça-feira, 13 de abril de 2010
Lições da Cimpor
o que nos dá uma bela imagem do país e das empresdas cotadas:
- Os accionistas privados da Cimpor precisam do Estado, que é como quem diz, do Governo que lá estiver. (Serão bons consumidores de cimento já que a Cimpor é bastante rentável)
- Depois da guerra da escolha de nomes, os accionistas privados preferiaram Castro Guerra a Mário Lino.
- Poucas são as empresas cotadas em Portugal que não são influenciadas pelos governos da altura. Mercado accionista? Capitalismo?
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
O Banco Privado ...Público
- O Tesouro fica com garantias que se afirma avaliadas em 672 milhões de euros para avalizar o empréstimo do grupo de seis bancos no montante de 450 milhões de euros. (Não sei que activos são esses)
- A presidência provisória do banco fica a cargo do BCP. Os restantes elementos são da CGD, do Banco de Portugal - o director de supervisão bancária - e o BPI.
- Ainda de acordo com o comunicado o O Estado concede às seis Instituições de Crédito uma garantia no quadro da Lei nº 112/97, de 16 de Setembro, com referência especial à alínea c) do n.2 do Artigo 9º, que refere como objectivo a «manutenção da exploração enquanto se proceda…ao estudo e concretização de acções de viabilização»; Nas reticências, que o comunicado não refere, está escrito no diploma «por intermédio de qualquer entidade designada pelo Governo»
Pretende o Governo avaliar a viabilização do Banco Privado Português?
A administração provisória tem esse mandato?
Há dúvidas quanto à viabilidade do BPP?
Lamento continuar a considerar esta solução uma lamentável e gravíssima solução. Com efeitos graves para a convicção e a atitude face ao mercado.
Continuo sem perceber porque é que os accionistas não fizeram parte da solução.
Não se podia deixar cair o banco. Compreendo os argumentos do ministro das Finanças em Bruxelas.
Compreendo menos que um banco que conta como accionistas, como elementos do Conselho Consultivo, como elementos do Conselho de Administração, enfim, como elementos dos seus órgãos sociais algumas das pessoas de referência da sociedade portuguesa não tenha conseguido encontrar uma solução com a participação desse mesmo sector privado.
Um banco, como muitas empresas, que é de todos e não é de ninguém.
E por isso ninguém considera que o banco seja seu, ninguém se considera um banqueiro responsável pelo património que lhe entregaram à guarda.
Esta crise financeira revela o que de pior tem o capitalismo dito popular.
