Muito interessante esta avaliação sobre o caso Cimpor de Hugo Mendes Domingos do Kambaia.
O sector dos cimentos é em Portugal um duopólio, e como duopólio gostariam os accionistas das empresas que se mantivesse. Por isso conclui Hugo Mendes Domingos esta tão grande necessidade de agradar ao Governo.
A que se junta outra no caso da Cimpor - nenhum investidor estrangeiro em nenhum país quer desagradar ao Governo. (Houve umas excepções no passado - o conhecido caso Totta/Banesto/Mario Conde).
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quarta-feira, 14 de abril de 2010
terça-feira, 13 de abril de 2010
Lições da Cimpor
Castro Guerra será o charmain da Cimpor
o que nos dá uma bela imagem do país e das empresdas cotadas:
o que nos dá uma bela imagem do país e das empresdas cotadas:
- Os accionistas privados da Cimpor precisam do Estado, que é como quem diz, do Governo que lá estiver. (Serão bons consumidores de cimento já que a Cimpor é bastante rentável)
- Depois da guerra da escolha de nomes, os accionistas privados preferiaram Castro Guerra a Mário Lino.
- Poucas são as empresas cotadas em Portugal que não são influenciadas pelos governos da altura. Mercado accionista? Capitalismo?
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
A Cimpor
O dia de negócios continua marcado pela ´luta pelo controlo da Cimpor com os brasileiros com protagonistas.
A Votorantim é a terceira empresa brasileira a entrar na batalha, como noticia hoje o Negócios.
A Camargo Corrêa mantém o interesse na compra da Cimpor depois da CMVM ter dito que ou lança uma OPA ou desiste da fusão.
Tudo desencadeado pela OPA lançada pela CSN no dia 18 de Dezembro.
A CSN tem esta semana a primeira grande "dor de bolso" no lançamento da OPA - tem de apresentar uma garantia bancária de 4 mil milhões de euros para registar a oferta.
A Votorantim é a terceira empresa brasileira a entrar na batalha, como noticia hoje o Negócios.
A Camargo Corrêa mantém o interesse na compra da Cimpor depois da CMVM ter dito que ou lança uma OPA ou desiste da fusão.
Tudo desencadeado pela OPA lançada pela CSN no dia 18 de Dezembro.
A CSN tem esta semana a primeira grande "dor de bolso" no lançamento da OPA - tem de apresentar uma garantia bancária de 4 mil milhões de euros para registar a oferta.
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