A substituição dos ministros da Saúde e da Cultura marca o fim das reformas que doem.
Entrámos em calendário eleitoral.
José Sócrates diz que só se fecham mais urgências quando existirem alternativas. O que significa isto?
Subscrevo a análise de Vital Moreira sobre vencedores e vencidos com a demissão do ministro da Saúde. Correia de Campos é mais uma vítima do Ministério da Saúde. Que já fez outras como Leonor Beleza e Manuela Arcanjo.
A reforma de Correia de Campos, quem sabe assim o diz, é a que tem de ser feita. O seu erro pode ter sido a pressa que levou a uma deficiente explicação do que estava a fazer. Pena que o primeiro-ministro não se tivesse envolvido.
Ainda não é nesta legislatura que vamos ter uma reforma na Saúde. Como pelo caminho vão ficar as reformas na Justiça e na Administração Pública.