Interessante o peso e influência que o CDS tem tido sempre que há governos minoritários.
CDS lidera viabilização dos orçamentos em governos minoritários.
Também no Orçamento do Estado para 2010 o CDS prepara-se para ser o grande protagonista.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
A Cimpor
O dia de negócios continua marcado pela ´luta pelo controlo da Cimpor com os brasileiros com protagonistas.
A Votorantim é a terceira empresa brasileira a entrar na batalha, como noticia hoje o Negócios.
A Camargo Corrêa mantém o interesse na compra da Cimpor depois da CMVM ter dito que ou lança uma OPA ou desiste da fusão.
Tudo desencadeado pela OPA lançada pela CSN no dia 18 de Dezembro.
A CSN tem esta semana a primeira grande "dor de bolso" no lançamento da OPA - tem de apresentar uma garantia bancária de 4 mil milhões de euros para registar a oferta.
A Votorantim é a terceira empresa brasileira a entrar na batalha, como noticia hoje o Negócios.
A Camargo Corrêa mantém o interesse na compra da Cimpor depois da CMVM ter dito que ou lança uma OPA ou desiste da fusão.
Tudo desencadeado pela OPA lançada pela CSN no dia 18 de Dezembro.
A CSN tem esta semana a primeira grande "dor de bolso" no lançamento da OPA - tem de apresentar uma garantia bancária de 4 mil milhões de euros para registar a oferta.
domingo, 17 de janeiro de 2010
Teixeira dos Santos cometeu uma "gaffe"?
Terá o ministro das Finanças cometido uma 'gaffe' à saída reunião de quinta-feira com os diversos partidos da opoisção, quando disse que se a suspensão do PEC e as alterações das finanças regionais fossem aprovadas não via outra alternativa que não fosse subir impostos?
As declarações do ministro das Finanças aqui.
As suas declarações acabaram por gerar uma reacção muito agressiva de Manuela Ferreira Leite no debate quinzenal que por sua vez geraram uma reacção ainda mais agressivas do primeiro-ministro... E a criar espaço para que Paulo Portas surgisse como o salvador.
Resultado: o entendimento entre o Governo e o PSD está mais difícil; o entendimento entre o Governo e o CDS/PP está mais fácil.
Na actual conjuntura, a ausência do PSD num acordo de redução do défice público não pode ser bem compreendido.
Face ao que já se passou, o PSD apenas perdeu a liderança do processo negocial.
O País precisa mesmo que esse acordo se faça e que se faça incluindo o PSD.
A acentuada subida das taxas de rendibilidade da dívida pública - sintoma que os investidores se estão a livrar dos títulos de dívida portuguesa - é um sério alerta.
O IGCP fez um comunicado inédito aos mercados financeiros, bem revelador das dificuldades que podemos enfrentar na obtenção de financiamento - não apenas para o Estado mas para todos.
Esperemos que o jogo partidário não seja um valor superior ao valor da estabilidade financeira e social do país.
(Os políticos embrenhados nos partidos chamam a estas prioridades tecnocracias ou economicismo. Até podem ser. Mas não é por isso que não deixam de ser prioridades que se impõem em determinadas conjunturas)
As declarações do ministro das Finanças aqui.
As suas declarações acabaram por gerar uma reacção muito agressiva de Manuela Ferreira Leite no debate quinzenal que por sua vez geraram uma reacção ainda mais agressivas do primeiro-ministro... E a criar espaço para que Paulo Portas surgisse como o salvador.
Resultado: o entendimento entre o Governo e o PSD está mais difícil; o entendimento entre o Governo e o CDS/PP está mais fácil.
Na actual conjuntura, a ausência do PSD num acordo de redução do défice público não pode ser bem compreendido.
Face ao que já se passou, o PSD apenas perdeu a liderança do processo negocial.
O País precisa mesmo que esse acordo se faça e que se faça incluindo o PSD.
A acentuada subida das taxas de rendibilidade da dívida pública - sintoma que os investidores se estão a livrar dos títulos de dívida portuguesa - é um sério alerta.
O IGCP fez um comunicado inédito aos mercados financeiros, bem revelador das dificuldades que podemos enfrentar na obtenção de financiamento - não apenas para o Estado mas para todos.
Esperemos que o jogo partidário não seja um valor superior ao valor da estabilidade financeira e social do país.
(Os políticos embrenhados nos partidos chamam a estas prioridades tecnocracias ou economicismo. Até podem ser. Mas não é por isso que não deixam de ser prioridades que se impõem em determinadas conjunturas)
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Cortar a língua ao mensageiro...
... nunca resolveu problema nenhum. Criou problemas maiores, como aliás diz Fisher Sá Nogueira
A intervenção final do discurso de tomada de posse do presidente do Supremo Tribunal de Justiça, defendendo a criação de um "órgão com poderes disciplinares efectivos" para os jornalistas assim como o ataque - mais do que criticas - que fez aos media acabam por dar razão a quem critica o funcionamento da Justiça.
Como António Barreto que se pode ler e ouvir aqui e aqui
Posso concordar com parte do diagnóstico que Noronha do Nascimento faz. Por exemplo, quando se refere aos efeitos perniciosos da concorrência num tempo em que o quadro em que se movia o negócio dos media está a mudar sem que ninguém saiba bem em que sentido (veja-se o debate aceso nos Estados Unidos e ainda a reflexão que ali se faz sobre as ameaças aos direitos dos cidaãos e sobre a liberdade da informação.
Não posso concordar com a solução. Nos media, tal como noutros universos da vida portuguesa, não é por falta de entidades reguladoras que não se cumprem as regras e as leis. O sector dos media, bem pelo contrário, está bastante policiado. O problema é mais vasto.
Mas se o problema é a violação da lei, a quem cabe fazer cumprir a lei? A resposta a esta pergunta que acaba por nos levar a concluir que o ataque aos media de Noronha do Nascimento acaba por ser um ataque à Justiça.
Declaração de interesses: Sou jornalista. Como jornalista, profissionalmente obrigada e treinada para o distanciamento na descrição e análise dos factos, fiz aqui também esse esforço e com cuidados redobrados.
A intervenção final do discurso de tomada de posse do presidente do Supremo Tribunal de Justiça, defendendo a criação de um "órgão com poderes disciplinares efectivos" para os jornalistas assim como o ataque - mais do que criticas - que fez aos media acabam por dar razão a quem critica o funcionamento da Justiça.
Como António Barreto que se pode ler e ouvir aqui e aqui
Posso concordar com parte do diagnóstico que Noronha do Nascimento faz. Por exemplo, quando se refere aos efeitos perniciosos da concorrência num tempo em que o quadro em que se movia o negócio dos media está a mudar sem que ninguém saiba bem em que sentido (veja-se o debate aceso nos Estados Unidos e ainda a reflexão que ali se faz sobre as ameaças aos direitos dos cidaãos e sobre a liberdade da informação.
Não posso concordar com a solução. Nos media, tal como noutros universos da vida portuguesa, não é por falta de entidades reguladoras que não se cumprem as regras e as leis. O sector dos media, bem pelo contrário, está bastante policiado. O problema é mais vasto.
Mas se o problema é a violação da lei, a quem cabe fazer cumprir a lei? A resposta a esta pergunta que acaba por nos levar a concluir que o ataque aos media de Noronha do Nascimento acaba por ser um ataque à Justiça.
Declaração de interesses: Sou jornalista. Como jornalista, profissionalmente obrigada e treinada para o distanciamento na descrição e análise dos factos, fiz aqui também esse esforço e com cuidados redobrados.
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Áustria nacionaliza banco
A crise financeira acabou?
O governo austriaco nacionalizou o Hypo Group Alpe Adria, um pequeno banco regional mas com elevada exposição a países de Leste fora da Zona Euro e com risco de contágio a outros bancos do sistema, assim diz o governo de Viena.
As notícias apontam para uma intervenção directa do presidente do BCE. O Telegraph diz mesmo que Trichet obrigou a Áustria a nacionalizar o banco.
Mais pormenores no Alphaville
O governo austriaco nacionalizou o Hypo Group Alpe Adria, um pequeno banco regional mas com elevada exposição a países de Leste fora da Zona Euro e com risco de contágio a outros bancos do sistema, assim diz o governo de Viena.
As notícias apontam para uma intervenção directa do presidente do BCE. O Telegraph diz mesmo que Trichet obrigou a Áustria a nacionalizar o banco.
Mais pormenores no Alphaville
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
sábado, 12 de dezembro de 2009
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