Há histórias incríveis
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
domingo, 16 de agosto de 2009
Fim da crise? Qual fim?
"É demasiado cedo para decretar o fim da crise financeira"
Axel Weber, presidente do Bundesbank em entrevista ao Suddeutsche Zeitung e traduzida aqui.
Razões: o aumento do crédito malparado.
Um alerta que em Portugal já foi feito pelos presidentes do Santander Totta e BCP, em entrevistas ao Negócios.
E ainda pelo presidente do Deutsche Bank Josef Ackermann como já se tinha referido por aqui.
Enfrentamos um risco muito sério de um novo mergulho em recessão, a tal crise em W.
Axel Weber, presidente do Bundesbank em entrevista ao Suddeutsche Zeitung e traduzida aqui.
Razões: o aumento do crédito malparado.
Um alerta que em Portugal já foi feito pelos presidentes do Santander Totta e BCP, em entrevistas ao Negócios.
E ainda pelo presidente do Deutsche Bank Josef Ackermann como já se tinha referido por aqui.
Enfrentamos um risco muito sério de um novo mergulho em recessão, a tal crise em W.
sábado, 15 de agosto de 2009
(Des)Poupança pública e privada
Retirada de uma intervenção de Michael Porter sobre Portugal.Dedicada a todos quantos estiveram obcecados pelo défice orçamental (incluindo eu).
Hoje a situação pode ser um pouco diferente.
Mas a falta de poupança privada continua a ser mais preocupante que a pública.
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
A diferença entre perder e deixar de ganhar
Toca Raul!!! usa este exemplo para criticar Paul Krugman - que disse que afinal não vamos ter uma grande depressão como a de 1929.
Discordo da crítica. A história que conta é óptima mas para ilustrar o valor que damos a quem gere o nosso dinheiro com extrema prudência.
As preferências são neste caso - como em muitos outros - assimétrias: preferimos não ganhar a perder.
E a banca ia pagando um preço muito alto por não ter ajustado a sua oferta a essas preferências - ou, mais grave ainda, por ter pensado que esta a respeitar essa preferência para si para os seus clientes.
Os banqueiros estiveram na última mais de uma década a avaliar mal o risco
terça-feira, 11 de agosto de 2009
TAP: racionalidades em conflito
A renovação da frota automóvel por parte da TAP é um interessante caso de conflito de racionalidades.
A racionalidade financeira recomendava que se substituíssem os carros - reduz os custos. (não há a alternativa de acabar com o direito a carro a quem já o tem).
A racionalidade económica e social recomendava que se mantivessem os mesmos carros dada a conjuntura em que vive a empresa - prejuízos e salários sem aumentos.
Consciente ou inconscientemente, a administração da empresa escolheu a racionalidade financeira. E reacendeu a instabilidade económica e social na empresa.
Qual teria sido a melhor escolha? Se a greve assumir a dimensão que os sindicatos afirmam - 70% dos trabalhadores - os prejuízos financeiros causados podem ultrapassar a poupança
A racionalidade financeira recomendava que se substituíssem os carros - reduz os custos. (não há a alternativa de acabar com o direito a carro a quem já o tem).
A racionalidade económica e social recomendava que se mantivessem os mesmos carros dada a conjuntura em que vive a empresa - prejuízos e salários sem aumentos.
Consciente ou inconscientemente, a administração da empresa escolheu a racionalidade financeira. E reacendeu a instabilidade económica e social na empresa.
Qual teria sido a melhor escolha? Se a greve assumir a dimensão que os sindicatos afirmam - 70% dos trabalhadores - os prejuízos financeiros causados podem ultrapassar a poupança
domingo, 9 de agosto de 2009
Subscrever:
Mensagens (Atom)
