O aumento salarial de 5% transformou-se em zero ao fim do dia de quinta-feira.
O congelamento dos salários na administração do Banco de Portugal significa o congelamento em todas as autoridades de supervisão.
A notícia.
domingo, 24 de maio de 2009
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Um Governo insensato e... irresponsável
Governo aumenta em 5% os salários dos reguladores
E não se admirem com o aumento das intenções de voto nos partidos extremistas nem com a revolta que se vai lendo nos comentários online.
E não se admirem com o aumento das intenções de voto nos partidos extremistas nem com a revolta que se vai lendo nos comentários online.
segunda-feira, 18 de maio de 2009
O desemprego manipulado
Há anos que quem busca o rigor confia apenas nas Estatísticas do Emprego divulgadas pelo INE e não pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional.
Há anos que o número de desempregados divulgado pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional é alvo de suspeitas de manipulação.
A primeira vez que se noticiou essa manipulação foi na crise de 1993, era Cavaco Silva primeiro-ministro. O Ministério do Emprego era na altura liderado por Falcão e Cunha e a então limpeza de ficheiros foi dada pelo Público, assinada por João Ramos de Almeida.
Em todas as crises, os governos caíram na tentação de melhorar os números, indiferentes à realidade. O importante é a imagem, mais um elemento a contribuir para justificar a falta de confiança na classe política.
Este Governo caiu obviamente na mesma tentação. A notícia é do DN. A responsabilidade é obviamente do ministro Vieira da Silva.
As estatísticas do Emprego do INE têm obviamente limitações. Mas conhecemos as regras - definidas pela Organização Internacional do Trabalho - e sabemos que as estatísticas são supervisionadas pelo Eurostat. O que não impede obviamente que possam existir suspeitas de manipulação, avisadas aliás pelo Presidente da República.
Há anos que o número de desempregados divulgado pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional é alvo de suspeitas de manipulação.
A primeira vez que se noticiou essa manipulação foi na crise de 1993, era Cavaco Silva primeiro-ministro. O Ministério do Emprego era na altura liderado por Falcão e Cunha e a então limpeza de ficheiros foi dada pelo Público, assinada por João Ramos de Almeida.
Em todas as crises, os governos caíram na tentação de melhorar os números, indiferentes à realidade. O importante é a imagem, mais um elemento a contribuir para justificar a falta de confiança na classe política.
Este Governo caiu obviamente na mesma tentação. A notícia é do DN. A responsabilidade é obviamente do ministro Vieira da Silva.
As estatísticas do Emprego do INE têm obviamente limitações. Mas conhecemos as regras - definidas pela Organização Internacional do Trabalho - e sabemos que as estatísticas são supervisionadas pelo Eurostat. O que não impede obviamente que possam existir suspeitas de manipulação, avisadas aliás pelo Presidente da República.
"O presidencialismo do primeiro-ministro"
... classificação de Adriano Moreira.
Um debate muito rico e interessante agora no "Prós e Contras"
Um debate muito rico e interessante agora no "Prós e Contras"
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Setúbal e crise
A violência no bairro Bela Vista em Setúbal é o sinal de alerta... que quem não queria ver a realidade dos efeitos da crise teimou em irritar-se, acusar de pessimismo ou de falta de rigor a todos quantos foram avisando para o processo que estava em andamento:
crise financeira...
crise bancária...
=» crise económica ... falências e desemprego
nova crise bancária ...
=»crise social...
e o sério risco de crises políticas.
Esta é uma crise que exige uma enorme responsabilidade política de líderes políticos, de empresários e banqueiros.
É nestes tempos que é preciso ser elite, ter elite política, económica e cultural.
O meu grande receio - face ao que vou assistindo - é que continue tudo muito distraído com batalhas de alecrim e manjerona.
Políticos e gestores de topo continuam a lançar achas para a fogueira.
Aqui reflecti sobre recentes actuações dos políticos.
Consciente dos limites -esperemos que temporários - à liberdade individual e às restrições que isso impõe a correr riscos reflectidos - e por isso compreendendo bem os argumentos de Pedro Santos Guerreiro pelo não ao corte dos prémios no debate escrito no Negócios - aqui apoiei o corte aos prémios dos gestores.
Vale a pena ter cuidado com o que se anda a fazer e a dizer.
crise financeira...
crise bancária...
=» crise económica ... falências e desemprego
nova crise bancária ...
=»crise social...
e o sério risco de crises políticas.
Esta é uma crise que exige uma enorme responsabilidade política de líderes políticos, de empresários e banqueiros.
É nestes tempos que é preciso ser elite, ter elite política, económica e cultural.
O meu grande receio - face ao que vou assistindo - é que continue tudo muito distraído com batalhas de alecrim e manjerona.
Políticos e gestores de topo continuam a lançar achas para a fogueira.
Aqui reflecti sobre recentes actuações dos políticos.
Consciente dos limites -esperemos que temporários - à liberdade individual e às restrições que isso impõe a correr riscos reflectidos - e por isso compreendendo bem os argumentos de Pedro Santos Guerreiro pelo não ao corte dos prémios no debate escrito no Negócios - aqui apoiei o corte aos prémios dos gestores.
Vale a pena ter cuidado com o que se anda a fazer e a dizer.
domingo, 10 de maio de 2009
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