sexta-feira, 13 de março de 2009

A crise em infografias

27 infografias para compreender a crise - fantásticas

Uma das minhas preferidas:
Where Did All the Money Go? by Emilia Klimiuk






A manifestação, a crise e a demagogia

Foto de sapo.pt

Mais uma manifestação de dimensão surpreendente.
É de toda a sensatez não desvalorizar. Há energia para sair de casa e andar pelas ruas de Lisboa a gritar palavras de ordem a uma sexta-feira véspera de fim-de-semana.

A crise económica em Portugal ainda vai no seu início - tudo o indica.
Quem não se preocupa com estas imagens, com a energia que trasmitem, não consegue compreender os riscos que corremos por aqui e na Europa.

Peço desculpa pela auto-promoção mas revisito o editorial que escrevi no Negócios:
Demagogia e Crise

O contributo da contabilidade

The Dow Jones industrials shot up 240 points to a two-week high of 7,170, bringing its gains over the past three days to 622 points, or 9.5 percent.(...)
The rally got an extra dose of adrenaline Thursday after an accounting board told Congress it may recommend an easing in financial reporting rules (...)

Com novas regras contabilísticas se salvam - também - os bancos.

quinta-feira, 12 de março de 2009

O défice externo...a grande ameaça portuguesa

Como apesar do fraquissimo crescimento económico o défice externo português se expandiu - a restrição financeira desapareceu com o euro, ficou a restrição económica que se paga com desemprego se as políticas públicas não adoptam - como não adoptaram - restrições à expansão do crédito/ endividamento.

É aquele significativo e acumulado défice externo que pode conduzir a uma subida muita acentuada do desemprego nesta crise.

Uma nova imagem...

para o Visto da Economia.
Espero que gostem :-)

A crise chegou no Verão

Os números das contas trimestrais de 2008 publicados pelo INE confirmam que a economia portuguesa se começou a afundar muito rapidamente a partir de Junho:
-a produção do terceiro trimestre foi inferior à do segundo (menos 0,2%) e a do quarto mais baixa que a do terceiro (menos 1,6%).
- a partir do terceiro trimestre começou a diminuir o número de postos de trabalho e o desemprego a cair menos - no segundo trimestre - ou a aumentar - nos últimos três meses do ano.

A relação entre a evolução do PIB e o comportamento do desemprego é agora mais ajustada ao que se verificou em crises anteriores - o primeiro trimestre deste ano dirá se o aumento do desemprego se fez mais rapidamente.