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segunda-feira, 24 de agosto de 2009

A (frágil) retoma


Tal como o INE, também o Banco de Portugal confirma que que a economia deixou de se afundar por causa do consumo privado.
O aumento do poder de compra, gerado com a acentuada descida das taxas de juro e queda do preço dos combustíveis permitiram esta recuperação do consumo - que pode mesmo ter aumentado em Julho.
A subida do poder de compra de quem está empregado superou a redução dos que perderam o emprego.
A curto prazo este poder de compra vai parcialmente desaparecer com a subida do preço dos combustíveis que se está já a verificar.
A subida das taxas de juro, com impacto nas famílias que compraram casa com crédito virá mais tarde.
A perspectiva de que o desemprego continue a aumentar, com uma nova vaga em Setembro, permite ainda antecipar que esta subida do poder de compra que está a alimentar a retoma seja insuficiente para compensar a quebra registada entre quem perdeu o emprego.
Os tempos e as dimensões m que se verificarem a subida dos combustíveis e das taxas de juro serão determinantes para evitar um novo afundamento da economia portuguesa.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

A Alemanha a cair

A economia alemã registará uma quebra na sua produção de 0,8% em 2009 com recuperação em 2010, uma previsão do Bundesbank .

Esta é uma péssima notícia.

Os dois maiores clientes das exportações portuguesas estão com graves problemas.

A exportação de mercadorias para Espanha e Alemanha correspondem a cerca de 40% das exportações portuguesas (dados de 2006, fonte Banco de Portugal)

terça-feira, 17 de junho de 2008

Sobreviver à crise

O modelo é americano mas tem pistas para nós, são dicas para sobreviver à crise.

O Jornal de Negócios mostra hoje que muitas dessas dicas já estão a ser seguidas.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Carnaval negro nas bolsas

Mais um dia negro para as bolsas.
A ler em Negócios e no NYT. A antecipação da recessão é a razão apontada para este Carnaval muito pouco animador.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Em fuga para as mercadorias...

O primeiro dia de trabalho de 2008 antecipa o pior.

Os investidores estão mesmo receosos. Estão apostados que os EUA vão entrar em recessão e, se tudo se mantiver - eu sei que irrita o 'ceteris paribus' mas é assim, como diz o NYT, estamos no anos dos "se" - nós por cá seguiremos o mesmo caminho.

O petróleo ultrapassou hoje, dia 2 de Janeiro, a barreira dos 100 dólares em Nova Iorque.O ouro atingiu o máximo de sempre, a 861,10 dólares por onça, acima do recorde de 850 dólares a que chegou em Janeiro de 1980. (Ver FT ).

Assistimos à fuga para as mercadorias, metais e petróleo. As acções em queda.

Num dia em que a Reserva Federal se revelou mais pessimista quanto às persectivas da actividade económica nos Estados Unidos de acordo com a minuta da reunião de 11 de Dezembro, divulgada dia 2 de Janeiro. O crescimento em linha com a tendência deverá regressar, prevêem, em 2009. Quanto à inflação, "os recentes aumentos dos preços da energia provocarão uma subida temporária da inflação". Mas dada a perspectiva de descida dos preços do petróleo subjacente no mercado de futuros e um alívio na pressão sobre a utilização dos recursos, a Fed está convencida que a inflação se manterá moderada nos próximos anos.

A situação no sector financeiro ligada à deterioração do mercado imobiliário levam a Fed a apontar para novas reduções das taxas de juro. A última descida ocorreu no dia da reunião a que esta munita diz respeito, 11 de Dezembro, para 4,25%.

Ver ainda NYT e CNNMoney.