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quarta-feira, 2 de junho de 2010

O dito Mercado também é assim

PT sobe 32% desde a primeira oferta da Telefónica pela compra da Vivo
  1. É o grande valor que hoje tem ter dinheiro vivo?
  2. Mesmo sabendo que a nova PT - depois de vender a Vivo - atirará para as calendas a ambição de ser uma empresa de nível global.
  3. Mesmo sabenod que com a venda da Vivo a PT terá menos capacidade de gerar valor.
(Estes são momentos em que nos lembramos de como de grande sdescobridores nos tornámos tão pequenos e dependentes, como o porque nunca conseguimos ser como o Reino Unido)

Uma Nação endividada III

A Cimpor foi vendida e com ela
a Teixeira Duarte encaixou cerca de mil milhões de euros, pela venda à Camargo Corrêa a 6,5 euros por acção pelos 22,45% que detinha na empresa.

A PT está a caminho de vender a Vivo, o tal activo estratégico e que gerou mais uma daquelas ondas nacionalistas que antecedem as vendas a empresas espanholas - ah quantas vezes já vimos disto. Para já, com o trá-lá-lá publico de accionistas de referência e dos gestores conseguiram aumentar a oferta me 800 milhões de euros. Vamos ver se conseguem mais.
Para já estamos a falar de muito dinheiro. É fazer as contas: se por hipótese todo o encaixe de 6,5 mil milhões de euros for distribuído - esperemos que se consiga ter a sensatez de não o fazer, comprando um novo activo - alguns accionistas de referência vêm os seus problemas de falta de financiamento moderados. Como o BES que detém quase 8% da PT ou a CGD com 7,3%.

Depois da Cimpor e da PT vamos ver o que se segue
As dívidas também se pagam assim

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

A Cimpor

O dia de negócios continua marcado pela ´luta pelo controlo da Cimpor com os brasileiros com protagonistas.

A Votorantim é a terceira empresa brasileira a entrar na batalha, como noticia hoje o Negócios.

A Camargo Corrêa mantém o interesse na compra da Cimpor depois da CMVM ter dito que ou lança uma OPA ou desiste da fusão.

Tudo desencadeado pela OPA lançada pela CSN no dia 18 de Dezembro.

A CSN tem esta semana a primeira grande "dor de bolso" no lançamento da OPA - tem de apresentar uma garantia bancária de 4 mil milhões de euros para registar a oferta.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009