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domingo, 2 de agosto de 2009

A crise em W... ou em WW

This crisis has consisted of a series of earthquakes, with changing epicenters (...) Bad loans are the next wave. Banks that have fared relatively well so far will also be affected by this.”
O problema será o crédito malparado de empresas e consumidores. No segundo trimestre o Deutsche Bank colocou mil milhões de euros em provisões para perdas de crédito, contra os 135 milhões em 2008, no mesmo trimestre.
O presidente do Santander Totta Nuno Amado fez declarações no mesmo sentido na entrevista que deu ao Negócios - publicada na sexta-feira passada. Diz Nuno Amado que os próximos 18 meses vão ser ainda piores. Para a banca por causa do crédito malparado.
Esta promete ser uma crise em W. E esperemos que seja apenas um W. E não WW

quarta-feira, 18 de março de 2009

A máquina de imprimir dinheiro a funcionar

A Reserva Federal vai comprar 1250 mil milhões de dólares em títulos de dívida pública dos Estados Unidos e títulos hipotecários. A máquina de imprimir dinheiro privada avariou-se. Entra em funcionamento a máquina de imprimir dinheiro do Estado.

Os Estados Unidos usam todas as armas para reanimar a economia.

Aqui no FT um extraordinário e educativo gráfico sobre a expansão quantitativa da moeda (quantitative easing)

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Pequenos sinais de início do fim da crise

Há sinais de maior oferta de crédito às empresas nos Estados Unidos mas ainda com a procura a cair, como se pode ver aqui.

Também na área do euro começam a existir sinais de alívio, com os bancos a dizerem que estão a restringir menos ao crédito, segundo os últimos dados dos inquéritos aos bancos.

Em Portugal ainda não existe nenhum sinal. Os bancos continuam a afirmar que pretendem restringir ainda mais o crédito.

O Negócios tem hoje um trabalho sobre este tema. (link não disponível)

São os pequeníssimos sinais de retoma, ainda limitados aos EUA e grandes países da área do euro.